L'ennui

S'il y a une chose dans le monde qui me gêne trop, c'est l'ennui.

Et voilà, je le sens depuis deux jours. Je ne sais pas quoi faire pour le faire disparaître et ça me dérange.

Au moins je suis bien avec moi et mon apparence. Oh là là, que ça peut être un danger...

A plus ++++

Absent

I've been absent the last months, but many things happened and I didn't have time to write.

Then, nothing happend and I had nothing to tell here.

Now my life is like a quiet sea.

I hope the orage will come soon.

Atleta de sofá

Não sou muito de praticar esportes, mas sou um exemplo em atleta de sofá apaixonada por futebol.

Para alguém assim, nada melhor que a Copa do Mundo de Futebol, iniciada na última sexta, dia 09 de junho.

Por causa dos jogos estou com um rígido horário. Acordo diariamente às 10h da manhã e não saio de casa antes que termine o jogo das 16h. Nada melhor do que o desemprego e os recessos escolares nesta época.

Depois da Copa tudo entrará nos conformes!

Depois da tempestade...

Assim como veio, a maré de baixo astral se foi.

Estou ótima. Nada de novo aconteceu, mas estou bem. Além de estar novamente otimista, confiante, buscando meus objetivos e me curtindo ao máximo.

Como é complicado ser eu!!!

Mais um ano

Último dia 15, completei mais um aninho de existência. Ao todo, 27 voltas ao redor do Sol.

Não queria envelhecer, mas não posso fazer nada contra isso. Também não consigo deter minha tristeza.

Ultimamente, conseguir não tem feito parte do meu vocabulário.

Desculpem o desânimo, mas a vida também é feita dessas coisas...

Inferno astral

Tenho estado com um péssimo humor ultimamente devido ao meu período de inferno astral.

Há quem duvide dessas coisas, mas eu não. Sou mais inclinada a acreditar na força dos astros em nossas vidas a crer em reencarnação. Pelo menos eu não tenho dúvida de que os astros existem.

Para completar, estou numa semana sem trabalho, sem aula e com as contas do mês já se aproximando da data do pagamento.

Voltei a estudar. Estou fazendo especialização em administração.

Ainda continuo no emprego, mas o problema é que o sistema lá e free lancer. Ou seja, sem trabalho, sem grana.

De repente as coisas mudaram para melhor, mas agora parecem estar estacionando.

Para completar, o clima aqui com meus co-locatários está uma bosta. Tenho pensado repetidas vezes em me mudar daqui para ir morar só. Acho que meu tempo de viver em comunidade já passou da validade. Preciso do meu espaço, do meu silêncio e de ter um gato ou dois, porque gatos gostam de viver em comunidade. Companhia felina me faz um puta falta.

Bref, estou numa entre-safra dos diabos.

Tomara que este maledeto inferno astral já termine logo.

Algumas atualizações

Depois de tanto tempo sem dar o ar da graça, eis que ressurjo das cinzas.

Agora tenho uma série de boas novidades. Pena que nenhuma delas tem a ver com o dito-cujo do post anterior. Terminei perdendo o bofe...sem comentários...

Agora estou feliz, pois minha vida está finalmente voltando aos eixos. Pouco a pouco tudo se reorganiza.

Estou trabalhando de novo e continuo persistente no meu regime.

Continuo sem amante novo no pedaço e mesmo assim estou super zen. Claro que às vezes bate aquela vontade enlouquecedora de transar, mas estou segurando as pontas numa boa, melhor do que já pude imaginar.

Tenho pensado que devo arrumar um amante, mas minha solteirice total e tranqüilamente absoluta está tão gostosa, que eu desisto até de pensar no aparecimento de qualquer homem pra me tirar desta liberdade tão saborosa.

Bem, para terminar a atualização, há duas semanas fui a Curitiba para passar uns dias antes de começar a trabalhar. Eu ainda nem tinha emprego em vista, mas sabe quando a intuição está te anunciando mudanças? Felizmente não me enganei e passei uma semana deliciosa na capital paranaense.

Para mim, o ano de 2006 está realmente começando agora. Ainda tenho tantas coisas a resolver e a esperar... No entanto, depois de tantos reveses no ano passado, tenho a paciência necessária para qualquer resolução e para toda espera que surgir.

Acho que estou amadurecendo...

Sim, eles podem surpreender

Não sei o que está acontecendo, mas tenho observado que os homens têm me surpreendido. Sim, gente, isto pode acontecer!

Desde o começo do verão eu estou trabalhando em uma pousada e conheci muita gente. Muitos homens lindos apareceram, bons papos, boas cabeças. Claro que há os trash, mas esses eu excluo da memória. Para que guardar lixo, né?

Nestes dias de carnaval eu também trabalhei todos os dias por lá e na terça-feira eis que aparece um americano muito alto e gato, pura simpatia. Eu não sei se já comentei, mas não tenho nenhuma atração pelos American nem pelo seu país. No entanto, este era um daqueles que eu defino assim: "Era tão legal que nem parecia americano." Sei que é um pecado generalizar, mas minhas observações não têm me feito mudar muito o conceito sobre os norte-americanos. Os ingleses também estão neste barco.

Este americano conseguiu me tirar do prumo pela simpatia, um sorriso sincero e tão generoso, e o que me derreteu mesmo foi seu olhar. Gente, gente, gente!!! Eu já estava de saída na quarta-feira, mas continuava dando-lhe informações sobre cinema, restaurantes e tudo mais que ele queria saber, mas juro que foi a coisa mais difícil de fazer, pois ele me olhava profundo bem dentro dos meus olhos e não era qualquer olhar. Tinha muito significado naquele olhar e quando eu menos esperei, meu coração bateu descompassado. Juro que me assustei com isso, pois apenas na minha adolescência e começo das relações afetivas é que meu coração perdia o ritmo por causa de um olhar firme.

Saí da pousada completamente trêmula e desnorteada. Fiquei andando sem rumo, querendo voltar lá e chamá-lo para ir ao cinema ou para sair à noite. Fiquei completamente perturbada com aquele olhar e curiosa para saber todas as intenções que havia por trás de tanta firmeza.

Depois de alguns minutos eu consegui me acalmar e tomar meu ônibus de volta para casa. Tive quase certeza de que não mais reencontraria o homem no sábado, quando deveria trabalhar de novo.

Que bom que me enganei. Estou agora na pousada e já estou arquitetando a abordagem, porque hoje ele não me escapa. A não ser que já tenha arrumado alguma companhia por aqui ou se não conseguirmos nos encontrar.

Só para passar mais alguns dados do rapaz: tem 37 anos e é capricorniano. Se eu conseguir descobrir mais, prometo que conto depois.

Estou doida para descobrir...

Tudo acaba

Por causa dos meus colegas de apartamento, eu deixarei de receber os forasteiros em casa.

Estava tendo tanta discussão e contrariedade com o incômodo deles que preferi largar mão. Não vou morar com eles para sempre, daí quando eu for a unica dona do meu espaço, farei o que realmente me agradar.

Viver em comunidade é realmente difícil e eu juro que tenho começado a contar os dias para viver totalmente sozinha. Não apenas por isso, mas por causa de organização e de espaço mesmo. Sou uma individualista e ficar só no meu espaço, no meu silêncio não me incomoda. Há dias em que gosto de ter companhia, mas quando eu desejo ficar só e em silêncio, ou ouvindo uma música de que gosto no 'repeat' infinitas vezes e não posso, daí me irrito.

Gosto muito de todos eles, mas meu "Eu" começa a clamar por liberdade e privacidade totais. Quero ter meu espaço para receber os amigos quando eu quiser, sem me preocupar em fazer silêncio enquanto os outros dormem no ap, e para não receber ninguém se não estiver a fim.

Infelizmente, nem sempre querer é poder...

Leituras

Desde o sábado de Carnaval estou de caso com Anaïs Nin e suas maravilhosas histórias eróticas do "Delta de Vênus".

Foi minha melhor folia de Carnaval em 2006.

Acho até que vou começar a escrever histórias eróticas ... Quem sabe eu ganho melhor e deixo de trabalhar para enriquecer os outros, né?

Compartilhando

Bah, fabuloso este texto da minha nova descoberta: Ailin Aleixo http://mulherhonesta.blog.uol.com.br . Assim que li, tive aquela sensação de total identificação. Ela disse exatamente o que eu sinto e o que penso sobre como é importante deixar algumas portas fechadas ou entreabertas.

"Todo mundo tem segredos. Ou pelos menos as pessoas interessantes. Nada mais chato que alguém mapeado, retilíneo, constante, doce, amável. Para mim, só vale a pena quem tem um cadáver no armário, uma sombra perigosa, um poço fundo. Pessoas simplórias surtem o mesmo efeito que muitos dias de sol seguidos: são até agradáveis mas infinitamente entediantes. Não há nada para aprender com quem nunca se arriscou. Nada a dividir com quem jamais saiu da segurança do previsível.

Somos inerentemente fascinados pelo que não entendemos, amamos o desconhecido com um amor tão lancinante quanto arriscado — por isso mergulha-se à noite, escala-se o Himalaia, domam-se leões, passam-se férias no Japão, come-se fora de casa. São todas tentativas de descobrir temperos que despertem o paladar em vidas insípidas.
É pela nossa atração pelo incompreensível, nossa busca pelo indomável, que mulheres boazinhas são repetidamente abandonadas e trocadas pelas garotas más, que vivem como bem querem e fazem dos homens o que bem quiserem. Por isso Jennifer Aniston é apenas uma olvidável menina doce enquanto Angelina Jolie é uma semideusa conturbada. Por isso os vilões são mais tesudos que os mocinhos: é só quando ultrapassamos a barreira do familiar, do seguro, que nos tornamos verdadeiramente pessoas. Menos ingênuas, mas completas. Mais complicadas, mas com um impagável autoconhecimento. Um tanto inescrutáveis, o que pode incomodar os rasos, mas infinitamente mais interessantes.
Ter segredos é efeito de viver intensamente, a prova de que a realidade pode ser muito maior e significativa do que nossos forçados sorrisos de bom-dia, o escritório claustrofóbico, o saldo negativo. É ter coragem de arcar com o peso de ser único, independentemente de nossos atos serem louváveis ou não, aprovados ou não.

Porque quem não se arrisca, não faz besteira e não erra, não vive, apenas desperdiça o sagrado tempo que deveria ser aproveitado com paixão. Apenas caminha, sem deixar pegadas, sobre os dias, rumo à morte."

Expandindo territórios

Como está escrito no tópico anterior, passei o dia pós-show do U2 com aquele mau humor que nem eu agüento. Mas este não foi o único motivo.

Sabem o que rolou também? Tesão reprimido. Sim, sim, sim. Isso causa mau humor se adicionado a outros fatores, como perder o show da sua banda preferida.

Querem entender isso? Lá vai a explicação: na tarde da segunda-feira, minha colega de ap. recebeu 3 amigos argentinos em nossa casa. Na real, uma guria e dois guris. Quando cheguei, apenas a guria e um dos guris estavam em casa, pois o outro tinha saído com minha colega de ap. Eis que quando a figura toca a campainha e adentra meu domicílio, não resisti, foi tesão à primeira vista. Sim, isso existe.

Eu passei a noite toda querendo beijar aquele homem com cara de italiano (como vários habitantes de Buenos Aires). Não era uma simples cara de italiano, era uma cara de italiano safado, sabem como é? Eu posso ser um muro de aço para muitas coisas, principalmente as abstratas, mas me derreto nos primeiros 3 segundos diante de um homem com cara de italiano safado. Não consigo resistir. Se ele tivesse narigão também, meu Deus, teria perdido o controle e a discrição de cara. Felizmente, há males que vêm pra bem.

A noite terminou em cervejas e com o meu objeto-de-todo-o-desejo beijando a guria amiga dele. Felizmente descobri que não são namorados e fui à luta. Mas só no dia seguinte... A noite da segunda foi amarga.

Querem saber o que rolou na noite da terça? Expansão de territórios!  Investi com a calma e discrição típicas de alguns taurinos e "Veni, vidi, vici". Beijei o argentino e já posso classificá-lo como o melhor beijo de 2006 por enquanto. Pena que só ficamos nos beijinhos (nem tudo é perfeito e eu sou uma eterna insatisfeita).

Porém, isso não é tão grave assim. Agora eu vou tentar apressar meus planos de viajar a Buenos Aires para ver se tiro da boca esse gosto de "quero mais" que ele deixou de lembrança.

Ele foi o primeiro argentino da minha lista e fiquei muito animada. Mas tenho os pés no chão: se não fico com ele novamente, não vou passar mal em Buenos Aires, onde sobram homens com cara de italianos safados e com aqueles narigões que os italianos portam e me deixam fascinada.

Eu e minhas taras... Mas quem não tem as suas, né?

MAU HUMOR

ESTOU COM UM MAU HUMOR DOS DIABOS HOJE.

ISSO É O QUE DÁ FICAR SEM INGRESSO PRO SHOW DO U2 E ASSISTIR O SHOW EM CASA.

SINTO MUITO, MAS NÃO TENHO MAIS NADA A DIZER... ESTOU MUITO RANZINZA PARA ESCREVER...

Old Stones

Sinceramente, Mick Jagger e sua turma deveriam criar vergonha e assumir a aposentadoria.

Não tenho nada contra velhos, mas depois do que assisti ontem, putaqueopariu!

Desde a juventude da minha mãe que eles cantam as mesmas músicas e o coitado do Boca Jagger já não agüenta mais requebrar como uma odalisca eletrocutada. Sem falar nos outros. O Keith Richards, que há pelo menos 2 décadas já tem aquela cara de puta em fim de carreira, já não deve mais ter resistência labial suficiente para segurar seu tradicional cigarro no canto da boca sem deixá-lo cair. Acho que ontem ele deve ter posto uma colinha para não fazer fiasco.

E eu gostaria, do fundo do meu coração, de saber o porquê de toda aquela gente vir de tão longe para ficar se esmagando nas areias de Copacabana para ver aquilo. Não dá tesão, gente, não consigo sentir a mínima adrenalina pelos Old Stones.

E o maior dos absurdos é ver os brasileiros aplaudirem esse Pão e Circo infernal, pois aquelas duas horinhas não custaram pouco. Foi o dinheiro dos hospitais, do asfalto das ruas, dos esgotos, da educação, mas isso parece não ser muito importante para os brasileiros, né?

Definitivamente, este meu país é surreal e muitas vezes, patético, assim como aqueles velhos querendo parecer jovens rebeldes. 

Disciplinada

Desde o dia 1º deste mês eu iniciei um regime e estou surpresa comigo mesma. Nunca consegui manter a disciplina que um regime exige por mais de 4 dias e estou conseguindo me manter firme e forte há 18 dias. Já estou feliz por rever algumas das minhas curvas e por ver a balança mostrar 2 quilinhos a menos. Parece pouco, mas em mim já faz muito efeito.

Mas não sou exatamente um exemplo de rigor, pois não aboli do cardápio o álcool nos fins de semana e nem os doces. Apenas restringi o álcool à sexta ou ao sábado e diminuí os doces. Isso não tem jeito. Não há acordo em relação à abolição da carne vermelha (gaúcha que se preza não comete uma heresia dessas), do álcool e do açúcar. Diminuir, sim, mas abolir, JAMAIS.

Assim posso emagrecer ainda mantendo alguns prazeres da mesa, que estão entre os meus 05 preferidos. Não é preciso virar infeliz para ficar magra. Nunca ouvi falar que infelicidade emagrece.




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